Vimos que ao tratarmos no contexto teológico sobre a deidade, ele visa se referir a divindade de um ser divino. Mas ao ser aplicado ao Messias e ao Espírito Santo, estar tratando de um Ser que detém ou herdou toda a essência do Deus Criador. Embora não seja costume do homem e os anjos adorar ao Espírito Santo, mas se o fizerem não estão cometendo o pecado de idolatria, e nem provocará a emulação na pessoa de Deus. O papel do Espírito Santo, não remir e redimir (redenção), mas renovar pelo seu poder regenerador. A palavra grega para divindade ou “Deidade” é o nome abstrato de Deus (Arndt) e inclui, além dos atributos divinos, também a natureza divina (Beng). Ambos os termos querem se referir ao advérbio “Corporalmente” (somatikos) para dizer que houve o ajuntamento conhecido como hipotática, onde corpo, essência e mente divina se fundem para formar um ser material e imaterial. Isto quando se fala do Messias. Mas por outro lado, os dois termos não podem ser aplicados ao Espírito Santo. Pois a ele só pode aplicado a “Deidade”, para dizer que Ele têm toda essência de Deus e do Messias. O conceito que melhor se pode definir à perfeição e toda plenitude das atividades da terceira pessoa da Trindade, é a dos Sete Espíritos de Deus. (Cl 2:9 –corporalmente).
As ações distintas de deidade do Messias e do Espírito Santo
As ações do Espírito Santo são distintas de Deus, do Messias. Enquanto o primeiro planeja e cria, o segundo resgatar e dar vida, é o Espírito Santo renova tudo o Deus criou, o Messias resgatou e deu vida. Essas atividades a serem realizadas de forma síncrona, faz com que tudo seja mantido sob total controle e sustentados por meio de leis fixas naturais que o homem não pode alterar, mudar e destruí-la. Anuído a isto, precisamos notabilizar, que, as competências a deidade ou as essências do Messias e do Espírito Santo visam focar em única direção: que é doar donativos aos homens. Mas vale ressaltar, que, cada um deles, focam em doações distintas. Exemplo: a competência de Jesus, é doar a vida no contexto da salvação. Já o Espírito Santo, é sustentar o que foi doado pelo Messias pelo seu poder regenerador, e doar o Dom do Saber e distribuir donativos (Dons) quando passa habitar em forma de Selo.
Comentário enriquecedor
É preciso deixar aqui um cometário enriquecedor, no que tange a ética entre o Messias e o Espírito Santo, quando assunto é administrar os conceitos morais e humanos quando eles são distribuídos aos homens. Neste sentido, cada procura não violar a competência um do outro. Não é porque não possa, mas uma questão de ética no cumprimento de suas competências.
