Os vírus requerem hospedeiros suscetíveis e produtivos para se multiplicarem e, ao final da infecção, produzirem suas partículas virais. Duas formas de multiplicação viral podem ser usadas para produção de bioinseticidas: os sistemas de infecção in vivo (insetos criados em dieta artificial ou natural), e os sistemas de infecção in vitro (linhagens de células de insetos mantidas em meio de cultura). Uma grande dificuldade para multiplicação de vírus é a sua produção em larga escala que envolve a utilização de biofábricas e/ou biorreatores de grande porte. No caso de biofábricas, forma mais utilizada, basicamente requer criação massal do inseto hospedeiro sadio, seguida de infecção com o isolado viral selecionado pelo seu alto grau de patogenicidade, aliados ao processamento de produção e formulação do produto. Créditos Embrapa.
14 abril, 2026
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