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Como estratégia geral, podem-se adotar as seguintes recomendações gerais (Ford-Lloyd; Jackson, 1986; Balick, 1989; Guarino et al., 1995; Walter; Cavalcanti, 2005; Walter et al., 2005; Walter, 2010):
• Coletar nos mais diversos sítios possíveis, tanto em termos geográficos quanto ecológicos.
• Enfatizar o número de sítios, em vez do número de indivíduos por sítio.
• Amostrar os indivíduos aleatoriamente em cada sítio, com amostras separadas por microambientes distintos, se os sítios forem heterogêneos.
• Para conservar diversidade genética, coletar o germoplasma extensivamente em cada população definida, com amostras grandes de cada matriz, do maior número de matrizes, no maior número de populações. Para espécies silvestres, também é importante amostrar sementes suficientes e em número próximo por planta, para que possíveis duplicatas contenham os mesmos genomas. Créditos Embrapa.

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