Os acessos de espécies autógamas tendem a ser formados por indivíduos homozigóticos e idênticos ou muito próximos geneticamente entre si, portanto um ou poucos indivíduos representam o acesso. Já em plantas alógamas, um acesso é uma população composta de indivíduos com maior variabilidade genética entre si, e, para representar geneticamente um acesso, é necessário um número maior de indivíduos. Essa diferença na forma de polinização é muito importante na multiplicação e/ou regeneração de acessos de bancos de germoplasma, para definir o número de indivíduos que deverão ser incluídos no lote de multiplicação/regeneração e, com isso, garantir que o novo lote de sementes do acesso represente a variabilidade genética do lote anterior. Créditos Embrapa.
10 janeiro, 2026
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