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O livro "As queixas de Israel em Ordem Cronológica, é uma obra de suma importância para se compreender tudo o que aconteceu na jornada de Israel desde o Egito a terra de Canaã. Sabemos que quando começamos a ver o povo a queixar-se de sua sorte, é um sinal de que uma insatisfação esta nascendo. Ela pode ser contra Deus, ou contra quem na liderança do trabalho de Deus, ou pode ser contra nossos irmãos em Cristo. A saída de Israel do Egito foi para o por motivos de alegrias e regozijo de uma esperança promissora. Só que ao chegarem à altura do Mar Vermelho, eles mesmo mudaram o tom do discurso, que se tornou contrário ao desejo de quem queriam serem libertos da escravatura que viviam no Egito. Todas estas queixas foram por falta de fé em Deus que lhes mostrou poder e capacidade de conduzi-los à terra do promissão.
O abuso de autoridade, é o uso excessivo e desmedido das atribuições concedida a alguém que lidera ou não uma instituição. Ela é entendida por ultrapassar os limites individuais ou da outorga que alguém recebeu em nome de terceiro. Ela é caracterizada como abuso de poder, ou de autoridade.
Ela ainda é entendida como valer-se excessivamente da posição, para violar e invadir os espaços dos outros, bem como aproveitar-se e explorar os outros porque se encontra em uma posição confortável. É também não levar em consideração, ou fazer pouco-caso da outorga ou dos direitos dos outros; é subestimar e menosprezar a confiança de quem usa de boa-fé dos outros. A pessoa que usa de sua autoridade e poder de forma excessiva, corre sério de cair na prepotência, que é uma característica de muitos tiranos e déspotas de regimes absolutistas, que normalmente usam o seu poder para oprimir as pessoas que lhe são contrárias. Geralmente uma pessoa que é prepotente, muitas vezes também é classificada como arrogante, porque se considera superior aos outros, e passa tratar as pessoas de forma desrespeitosa.
Desafios no uso correto da Sociologia no contexto de Estado e da educação
1. É notório que apesar da Sociologia já ter dado sua parcela de contribuição de forma significativa no que diz respeito a compreensão e o entendimento de como funciona o sistema de Governo brasileiro e suas instituições, bem ajudar a traçar o tipo de comportamento dos seus agentes quanto a causa do Estado, ainda vem enfrentado resistência e enormes desafios que precisam serem superados. Dentre tantos desafios que ela tem que superar, destacam-se: o uso correto dela no sistema de Governo e contexto educacional, visando formar cidadãos conscientes de deveres e direitos no contexto democrático.
1.1 Sabe-se que a Lei de Nº. 11.684, de 2 junho de 2008, junto com a Lei de Nº 9.394, acrescido da Nº. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, foram passos importantes que ajudaram a inserção da Sociologia. Tal desafio já foi superado. Mas o uso dela como ciência, que pode contribuir na formação de um Estado, e um sistema de Governo baseado nos moldes da democracia, ela tem encontrado muitos desafios. Pois a utilização dela como ferramenta científica dentro de muitas repartições do Governo Brasileiro, tem sido a manipulação para levar o Estado na direção do sistema de governo progressista. E qual é a consequência deste tipo de uso da Sociologia neste sentido? Ela tem levado o país ao estado de polarização generalizada no campo político, ideológico e religioso trazendo desarmonia sem precedente em todas as camadas sociais da sociedade brasileira.
1.2 Além disso, a Sociologia como ciência, tem sido usada como ferramenta de manipulação visando induzir e conduzir os cidadãos a vários tipos de ideologias políticas, que em vez de libertá-los e transformá-los, torna-os em meros objetos de manobra política, para atender projetos ambiciosos, que no final das contas escraviza-os sobre o poder de um regime político. Este! Pode ser considerado, um megadesafio, que os sociólogos vem enfrentando, e ainda terão que enfrentar daqui pela gente. É inegável que existe de forma descarregada, subliminar, velada e camuflada, a aplicação dos conceitos epistemológicos dentro do contexto das ciências sociais, visando transmitir ao interlocutor uma mensagem às escondidas na tentativa de influenciá-lo a tomar decisões e fazer escolhas sem que tenha ciência do que está fazendo.
1.3 Como todos podem ver, tratamos em dois argumentos os desafiadores usos da Sociologia no contexto do Estado e na educação, sendo dois desafios os cientistas sociólogos vêm enfrentando desde que ela foi citada pela primeira vez como disciplina pelo deputado Rui Barbosa (Freitas; França, 2016, p. 42). De lá para cá, muitas coisas já mudaram, e ainda sobre ela prometem acontecerem drásticas mudanças nos usos de seus conceitos à medida que vão surgindo mentes brilhantes e de cabeça feita que não aceitam serem manipulados, e nem permite que alguém defraude o brilho de seu caráter que foi forçado na temperatura do sentimento de liberdade, como se nascesse dentro do fogo que sai fole do ferreira democrático. Vale ressaltar, que ainda temos muito o que fazer, pois na maioria dos municípios do Brasil, ainda não são trabalhados os conceitos da Sociologia no ensino fundamental, que o uso deles poderiam ajudar na formação dos alunos serem cidadãos cientes de que precisam ser libertos democraticamente.
É óbvio que guardar segredos faz parte da vida de qualquer pessoa. E alguns deles são tão valiosos para nós, que acabamos fazendo loucuras ou até coisas malignas para protegê-los por serem obscuros, porque imaginando que eles podem arruinar nossas vidas. Por isso eles se transformam em objetos de estimado valor, nos quais gastam-se boa parte do tempo para codificá-los, para deixá-los difíceis de serem entendidos e interpretados.
As loucuras são ineficazes para guardar segredos
Sabe-se que, algumas pessoas são tão misteriosas, que ao fazerem loucuras, elas estão guardando seus segredos no peito, porque não podem serem revelados para ninguém, e continuam com suas vida morrendo interiormente sem confessá-los. Quem têm segredos inconfessáveis, levará e fará com que suas atividades girem em torno deles para não serem expostos ao público, porque eles podem serem perigosos para sua vidas ou para de terceiros, e findam perdendo a salvação eterna por não confessá-los.
À prática do bem ou do mal, revela o caráter interior de alguém
Além disso, as coisas malignas que fazemos, que podem arruinar nossas vidas: elas nos fazem perder a paciência. Consequentemente elas nos induzem fazer com que as coisas deem erradas, obrigando-nos revelar os segredos pelas suas consequências, causando desmoronamento moral, social e ética aos olhos do público, que nos tinham como pessoas de conduta ilibada. Ninguém consegue guardar um segredo para sempre, porque se maus, eles são testemunhas que nos incriminam diante da lei da consciência.
Conclusão
Diante do que foi exposto, vimos que podemos fazer loucuras e até coisas malignas para guardar segredos macabros. Mas eles podem acabar ou destruir nossa vida moral, social e ética; ou de qualquer pessoa que fizer parte do ciclo vicioso desses males que ajudam impedi-los serem revelados. Algumas pessoas conseguem esconder segredos inconfessáveis; por toda sua vida. Mas não adiante sussurrar, e nem tão pouco tentar se transformar em um fantasma; ou se esconder em algum lugar: porque chegará o dia, que todos os segredos serão revelados aos olhos de Deus, e seus detentores sucumbirão na eternidade.
O que é biografia? São os dados históricos da vida de uma personagem, traçado por um autor, ou por ele próprio. Geralmente a biografia da vida de alguém vem em obra literária, contendo toda história política, artística, religiosa ou familiar de alguém que se fez importante na sociedade.
O objetivo desse gênero literário é dedicar à descrição da vida de alguém, para que nunca caia no esquecimento nas futuras gerações ou civilizações que virão pela frente.
A democracia é arte que desperta o sentimento cívico de um povo; tem a função e o propósito de libertar das amarras da escravidão uma sociedade, e levá-lo consciente de seus direitos e deveres, e aproximar a cultura dos povos. Na democracia as pessoas talentosas são reveladas, o brilho de seu caráter pode ser cultivado e sua liberdade de expressão é garantida.
A origem da Democracia
O nascimento e a implantação da democracia teve boas intenções . Mas que se diga a verdade. Quando a democracia nasceu na antiga Grécia, as leis democráticas da Grécia retirava os direitos das pessoas incultas, pobres, escravos. estrangeiros e mulheres. Essas classes sociais, ficavam distantes da participação do processo democrático grego. Só podiam participar da política, ou do processo democrático, quem pertencesse a classe elitizada, que fosse uma pessoa culta, que tivesse uma vida financeira boa, e quem nascesse de cidadão grego que já estavam integrados ao processo democrático. Embora a democracia grega tivesse seus defeitos por excluir parte de seus moradores, mas já foi um passo importante para que ela chegasse até nós. A democracia nasceu no século V antes de Cristo. De lá pra cá, muita coisa já mudou.
Desde a antiga Grécia, a Democracia esteve relacionada aos direitos do cidadão. São eles:
1. Direitos políticos
Os direitos políticos consistem na oportunidade de escolher seus governantes, participar do processo eleitoral como candidato ou não. Ajudar elaborar as leis, criticar e opinar pelo qual elas foram criadas, participar da administração e fiscalizar ao mesmo tempo as ações do poder público.
2. Direitos sociais
Os direitos sociais, consistem na garantia do trabalho, e descanso remunerado, fundo de garantias e outros direitos estendidos, assistência médica e acessos a educação pública.
3. Direitos civis
Já os direitos civis, consistem na liberdade de escolher que profissão que seguir, a que religião quer pertencer, liberdade para tomar suas próprias decisões, liberdade de expressão de ir e vir sem ser molestado. Direito ao acesso a justiça gratuita, direito e a garantia da propriedade privada. Em outras palavras, os direitos civis garante ao cidadão ser tratado de forma igualitária pelo Estado.
A meu juízo, só teremos uma convivência social democrática mais humana e solidária, quando cada um de nós acreditarmos nas pessoas, ouvir suas ideias, cada um fizer sua parte no cumprimento de seus deveres, reordenar suas competências para dar seu melhor em favor da sociedade da qual faz parte; e não continuar jogando situação-problema para outrem, sendo sua e minha responsabilidade.
O significa que o Estado não adota oficialmente nenhum tipo credo ou uma profissão de fé, ou uma determinada religião específica. Em outras palavras, o Estado laico, se coloca em uma posição neutra em relação à religião e aos credos, mas assegura e defende a liberdade de opinião religiosa ou a profissão de fé de todos seus cidadãos independentemente como ele que manifestar sua fé em Deus.
A pessoa, a instituição ou Estado que se coloca na posição de laico, quer dizer que não adota e nem pertence a nenhum clero religioso, e não faz alianças ou recebe ordem religiosa, etc. Mas também não entra no mérito da questão religiosa. Em outras palavras, eles deixam que as pessoas se acomodem e procurem viver religiosamente com quiserem. Se houver interferência destes, já não são mais laicos. Mais laicista.
O Estado que luta para marginalizar e criminalizar a religião, não é um estado laico. Mais um estado ditatorial contra a religião. Pois o papel do Estado laico é amparar a todos independentemente de sua posição religiosa. Este é o verdadeiro sentido do estado laico. A pessoa, instituição ou o Estado que criam leis para combater, banir ou extinguir à influência da religião sobre a vida das pessoas, já não são mais laicos. Quem é laico nem se quer discute sobre religião. Pois o princípio de laicidade não lhes permite. Agora se eles entram em constantes embates, já não podem serem considerados laicos. Mais inimigos da religião, da cultura, da liberdade de expressão e da profissão de fé.
Se o Estado laico existe ou não, ele deve cuidar de seus cidadãos, e não usar a magna governamental para persegui-los porque faz parte de uma religião.
Não devemos confundir as pessoas, instituições, e o Estado laico; com quem estão embebedados e engodados pelos desejos da lascívia e da prostituição que tenta a todo custo banir os religiosos, só porque não aceitam seus comportamentos reprováveis. Pessoas ou Estado que adotam o laico como princípio de neutralidade religiosa, são considerados 100%% neutros.
O Estado laico, é neutro em relação à religião e suas normas. Já o Estado que adota o laicismo, ele se torna preso a uma espécie de ideologia que prega o racionalismo, ou seja, tudo o que existe é um objeto racional. Significa que essa filosofia laicista; é materialista, anticristã e 100% diabólica. A primeira prova de que a pessoa é 100% laica, ela não quer contrariar os dogmas que são considerados canônicos.
Observações complementares
1. Sobre o conceito de laiticismo
É uma doutrina ideológica que enquadra seus adeptos na laicização. Ou seja, os adeptos do laicismo opõe-se contra a influência e a interferência do seguimento religioso dentro das repartições políticas e sociais. Estas as características do laiticismo. A base da doutrina do laicismo, é cultivar a vida social em escala mundial. Seus adeptos prezam a ordem mundial pelas pelas leis civis, que podem ser no sistema político democrática ou socialista.
2. Sobre o conceito de laico
É uma característica, de quem não aceita o governo e a influência dos dogmas canônicos e nem quer faz parte de uma ordem religiosa.
Porque segundo ele, a virtude da educação só pode ser exercido pelo poder do conhecimento. Além disso, ele também ver que quem em seu tempo, a ética e a educação permanecem explicitamente associadas, e que a ideologia política foi cuidadosamente afastada, e só veio reaparecer sob forma de atividade utópica eminentemente educativa de uma polis justa, onde a formação ética é inteiramente realizada pelos filósofos, que monopolizam o poder político.
Introdução
Desde o princípio de minha fé, aprendi conviver com as regras adotadas pelas lideranças religiosas ciumentas. Graças ao bom Deus, durante minha vida de fé nunca desenvolvi sentimento pretensioso, para viver constantemente de posse do microfone: tanto em pequenas reuniões, ou em eventos festivos de grandes portes ou de grandes concentrações de pessoas.
Experiências que ficam como aprendizagem
Durante minha vida ministerial, sempre tive a infelicidade de ver dentro dos recintos sagrados; a existência de alguns líderes que são famintos pela posse do microfone, dando péssimo exemplo para os demais. Por outro lado, já vi também a existência de uma política suja e vergonhosa, adotada por algumas lideranças no que diz respeito a política na distribuição das oportunidades dentro dos recintos sagrados, que deixa qualquer um enojado, se tiver seu senso crítico aguçado, ao perceber a prática injusta na política do microfone.
É notório que, no que diz respeito a política de distribuição nas oportunidades dentro dos recintos sagrados, não é mais segredo para o público; da rejeição dos líderes, a quem não tem status social, ou é desprovidos de proventos financeiros. Desse modo, só acontece, porque o Chico Velho não tem como oferecer recompensas a quem está de posse do microfone, ou então está sendo o bola da vez. Infelizmente, por conta deste ato ciumento, quem mais sofre as consequências, é a obra de Deus.
Para quem funciona a política do microfone e para quem não funciona?
Quando falo da política do microfone, estou me referindo sobre à distribuição, e a administração das oportunidades dentro ou fora dos recintos sagrados. E os locais de maiores incidências, são nos púlpitos, onde é considerado o local de maior brilho espiritual.
As políticas adotadas por algumas lideranças dentro dos recintos sagrados, estão ficando a cada dia mais assustadoras e ameaçadoras. Pois elas são praticadas de forma absurda, arbitrarias e injustas, e às vezes más intencionadas. Essa política muitas vezes é usada de forma intencional, com o objetivo de banir alguém por motivo de ciúmes, vinganças ou por desafetos. Lamentavelmente, a politica do microfone só funciona para uns, e outros não. Como por exemplo, a política do microfone não funciona para o figurino, que vou chamar pelo seu codinome: o “Chico Velho”. Ela só funciona para o excelente, o magnânimo e o senhor do brilhante, que vou chamar pelo codinome: de oo “Chiquinho”.
Mas quem é a personagem do Chico velho?
O Chico velho, é uma personagem que assume o papel do figurino de alguém perseguido, sofredor e colocado de lado, porque é considerado um indivíduo que pode trazer vergonha na hora de falar, por não ter uma formação cultural, ou então ele é considerado um personagem que inspira em alguém um ar de ameaça, porque é um indivíduo culto, e que manifesta alto grau de inteligência, brilho social e espiritual acima de quem está de posse do microfone. Por conta disso, ele se transforma em uma vítima do ciumento, e faminto que não dispensa uma só oportunidade parta obter mais poder e posição. Com o tempo, a figura desse figurino vai ganhando status, e uma imagem com perfil digno de ser chamado e conhecido como Chico Velho. Para se transformar na figura do Chico velho, basta sobressai acima do ciumento e invejoso que domina a politica do microfone.
Notação importante
Veja bem, se dentro ou fora do recinto sagrado for ser realizado uma reunião que seja de pequeno porte, e que não chame a atenção do Chiquinho, que está de posse desse tipo de política; ele não dá a menor importância para esses tipos de reuniões. Sabe-se que, neste tipo de reunião, não vão grandes multidões. Por isso quem vai escalado para dirigir é o Chico Velho. O Chico Velho só tem direito de administrar uma reunião, ou de ter oportunidade, se for em reuniões pequenas. Ou então em locais considerados onde o Judas perdeu suas botas. Óh! Coitado do Chico Velho! Ele sempre é colocado para trás. Ele nem sequer consegue respirar direito, que vem novas resoluções para bani-los. Ou seja, ele não pode arredar o pé pra ir a lugar algum, que o Chiquinho está de olho nele.
Há uma coisa que nos chama muito a atenção nesta política, é que, se no mesmo local, onde o Judas perdeu suas botas, o Chico Velho for dirigir uma reunião; e ela ganhar brilho e clima festivo, onde vão serem distribuídos presentes, e a presença de gentes importantes, o Chico Velho é colocado para trás, e ele tem que fechar o bico. Nessas reuniões de brilho, o Chiquinho sempre irá ser o bola da vez.
Porque a política do microfone só funciona para o Chiquinho?
Afinal de contas, os pontos positivos e as ações benéficas da política do microfone, só contempla de forma significativamente o Chiquinho. Pelo fato dele ler na cartilha de quem está de posse do microfone, têm status, brilho social e dinheiro. Ele preenche todos os quesitos exigido pelo senhor do microfone. Como o Chico Velho, não tem nada disso, ele sempre continuará sendo jogado de lado ou descartado. Quem está de posse da política do microfone, só procura o serviço do Chico Velho quando a reunião não pode lhe proporcionar brilho social e mais poder.
Resumindo: a política do microfone só funciona para o Chiquinho e não para o Chico Velho. Vale ressaltar, que, o Chiquinho não gosta do Chico Velho. Ele só gosta, do que o Chico Velho faz. Porque afinal de contas, pelo menos ele é como cabrito do sertão. Um dia ele chegará o tempo que ele dá o couro no peso. Esse é o valor dele.
Notação
Esse artigo surgiu da palavra de um obreiro, que me disse assim: “estou cansado de fazer o papel de Chico Velho”. E acrescentou o seguinte: como eu nunca vou fazer o papel de Chiquinho, eu vou fazer de tudo para que não ser mais enganado com lambanças, promessas falsas, discursos mentirosos que não merecem meus créditos. Quem pratica a política do microfone de forma injusta, sempre tentar subir as custas do serviço do Chico Velho.
Os objetivos a serem alcançados por este artigo
Mas qual o objetivo da elaborando deste pequeno artigo? Em primeiro lugar, este pequeno artigo, objetiva fazer uma critica construtiva; e ao mesmo tempo chamar a atenção de todos, o quanto essa política vem afetando diretamente e indiretamente a vida de inúmeros obreiros dentro dos recintos sagrados.
Conclusão
Vimos que as ações de quem administra a política do microfone, afeta e prejudica seriamente o convívio pacífico dentro dos recintos sagrados. E só quem sai perdendo é o Chico Velho, e a todos que cercam. Pois esses atos políticos, só são aplicados, tendo o objetivo de prejudicar alguém, muitas vezes quem está dando seu melhor no reino de Deus. Nestas alturas, só quem sai perdendo é a obra de Deus, quando o Chico Velho é colocado no canto, ou deixado de lado. Autor: Pbsena
Uma coisa nos deixa bastantes intrigados, como alguém chegar acreditar que Adão e Eva praticavam sexo na inocência? Pelo que sabemos dois inocentes não tem o menor interesse de procurar outro alguém para compartilhar suas emoções a dois. Em primeiro lugar, assegurar que o primeiro homem viveu maritalmente com sua companheira Eva, se faz necessário provar biblicamente como era essa troca de emoção marital acontecia fisiologicamente falando; se os dois não conseguiam ver sua nudez. E em segundo lugar, provar como poder dois inocentes reproduzir outros inocentes a semelhança de seus progenitores.
Cadê os filhos de Adão e Eva antes da queda, se eles existiram?
É notório que para provar a existência de uma civilização, contamos com alguns ramos da ciência, como: Antropologia, Sociologia, Arqueologia e a História que trabalham para provar por meios de suas ciências a existência de outras civilizações por meio de achados, como: cerâmicas, textos escritos em algum objeto, achados de antigas cidades e edifícios, leis, tratados e achados de ossos humanos ou de outros animais, e outros objetos, etc. Mas em se falando de uma possível civilização descentes de Adão e Eva antes da queda, não se tem nada descoberto por nem uma ciência da atualidade?
Se Adão e Eva tinham filhos antes da queda quantos eram e para onde foram esses filhos? Que não se tem nem um só vestígio histórico dessa antiga civilização? Por que Adão e Eva como pais comeram o fruto proibido e não deram a seus filhos? Existe uma civilização de inocentes deixados por Adão, a par da nossa civilização e onde ela se encontra? Será que ela foi transportada para outro planeta que ainda não foi descoberto? Se existiu tal civilização de inocentes, por que Deus escondeu? Ou será que são os extraterrestres que estão fazendo aparições periódicas, se é que tais aparições também são verdades.
A Bíblia afirma que todos os homens procedem de Adão
A Bíblia afirma que Deus, “de um só fez toda a geração dos homens” (At 17.26). Essas palavras, somadas a outros textos da Bíblia, desfazem totalmente as teorias de que, no princípio, tenha havido homens de outras raças ou de outra procedência, os quais se espalharam sobre o mundo. Outros confundem-se com a expressão “os filhos de Deus” (Gn 6.2), julgando que aqui se trata de uma espécie humana de outra origem. Porém, nessa passagem fala-se simplesmente dos homens da linhagem de Sete (filho de Adão e Eva, cf. Gn 4.26), os quais creram em Deus, motivo pelo qual foram chamados “filhos de Deus”. Nós também somos “filhos de Deus” (cf. 1 Jo 3.2). As diferenças que existem entre raças e povos quanto à cor, forma dos rostos e cabelos, não evidenciam outras origens, pois as mesmas foram produzidas por fatores climáticos e ambientais.