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O que é amor? Amor, é um sentimento ou afeição que desenvolvemos por alguém.
No sentido espiritual, é a manifestação sentimental da criatura pelo seu criador. Quem realmente ama de verdade, não importa se o objeto de adoração esteja presenta ou ausente. Sua devoção ao objeto é incondicional, e não espera recompensa pela referência prestada ao objeto de adoração. Os frutos do Espírito Santo, funciona como um sistema regulador de todas as áreas do homem. Sem eles seria impossível adquirir sabedoria, sê prudente, captar e assimilar que tipos de espírito está agindo no caráter e comportamento humano. A frase: “amor ágape”, ou amor de Deus, surgiu a partir da comunhão dos santos nas ceias, nas festas sociais. Tudo quanto era de bem material que os santos adquiriram, eles dividiam com os demais na igreja. No clima do amor ágape, tudo o que existia; ou o que acontecia, era feito com naturalidade e com espírito coletivo. Praticar o amor ágape, é renunciar em favor de seu irmão. O amor ágape, é algo único e distinto. Em outras palavras, ele é a manifestação do amor de Deus manifestando de forma única em cada indivíduo.
O amor ágape para com Deus e para com o próximo
Para que o amor ágape cresça e ganhe maturidade na vida do homem, e chegue ao nível máximo; é necessário a ação direta do amor como fruto do Espírito. O amor ágape, é a manifestação genuína do verdadeiro amor cristão. No Novo Testamento, amor é uma das diversas palavras gregas para amor. O amor ágape, significa amor voluntário. E não se referindo à afeição emocional, atração física, ou de laço familiar. Mas respeito, devoção e afeição que conduz ao serviço voluntário e altruísta (Jo 15.13; Rm 5.8; 1 |o 3.16-17). Quando este amor alcança um nível de maturidade na vida do homem pelo poder e ação do Espírito Santo, o cristão estar apto a serviço do próximo, a semelhança do samaritano que agiu em favor do homem que fora assaltado, ficando meio morto. O objetivo do amor ágape, é levar o cristão servir a Deus e ao próximo de forma espontânea e voluntária. A tendência de quem desenvolve este tipo de amor, é abnegar parte do que tem para dividir com seu irmão. Será impossível o homem prestar serviço voluntário ser a maturidade do amor ágape.
Desamor
Podemos considerar como desamor, o desprezo e a falta de simpatia pelo sofrimento e carência de outrem. Ou a inexistência de sentimento pelo próximo. Quem não ama, é uma pessoa extremamente pobre do amor de Deus. A ausência do amor, leva o indivíduo tratar seu irmão com desdém e com indiferença, e se torna insensível com as adversidades dos outros. Gente assim, é até difícil se cultivar uma amizade sadia e estável com ela.
Amado
É objeto alvo do amor de alguém. Amado, refere-se a alguém muito querido.
Desalmado
O indivíduo desalmado, não se comovem nem fica sensibilizada diante do sofrimento alheio. Pela ausência do amor em sua vida, ele não consegue corresponder o amor recebido. Em outras palavras, ele não sabe valorizar o sentimento que os outros dispensam em torno dele. Ele é elemento desumano: rir da dor e do sofrimento dos outros. Seu prazer é ver o castigo, a vingança e o semelhante cair em muitas adversidades. Sua palavra é desaguada de sentimento humano, e acompanhada de rigidez, provando seu ser um elemento desalmado que não ama.
Amou si mesmo
Não podemos confundir amor a si mesmo, com o sentimento egoísta e individualista, onde o indivíduo só pensa e busca seus interesses, e ignora os interesses coletivos. Quando a Bíblia se refere ao amor a si mesmo, Ela quer dizer ao indivíduo para se colocar, ou se assentar na cadeira junto com o sofredor. E não tem nada a ver com o egocentrismo individualista de uma determinada personalidade.
Viemos por meio deste artigo, explicar um detalhe muito importante sobre a cura de Bartimeu e seu amigo que também era pedinte. A cura de Bartimeu é relatada pelos três escritores dos evangelhos sinóticos. Apesar de João Marcos contar com mais riqueza de detalhes sobre a cura do cego Bartimeu, o escritor Mateus é quem coloca uma pagina como pano de fundo na cura do cego Bartimeu. Ele falou em seu livro, que Bartimeu não estava só quando por ocasião da passagem Jesus por Jericó (Mt 20:30a) mais estava com um companheiro de mendigarem. Já Lucas como João Marcos cita apenas um cego (Lc 18:35). Bom isso não importa. Contanto que houve a cura e salvação dos dois cegos. Mais podemos encontrar uma saída para explicar, esse impasse ou desencontro de informação mais detalhada dos escritores. Bom, no tempo de Jesus a cidade de Jericó era dividida em duas cidades; por uma estrada que fazia essa divisão da cidade de Jericó, que se tornava em duas. De fato existiram os dois pedintes, segundo os Apóstolos. Só que um ficava do lado de uma cidade, a velha, e o outro cego ficava do outro lado, a cidade nova. Então está mais do entendido, que os dois cegos, ficavam um lado e o outro. Agora quanto à saída ou entrada de Jesus em Jericó, tá mais pra uma troca equivocada de informação, de Mateus e entre Lucas e João Marcos. O certo é que, se Jesus entrava ou saia importa. Contudo, os dois cegos saíram dali contando a História, vitoriosos.
É notório que não é a primeira vez que vimos alguns pregadores, doutrinadores e escritores colocarem personagens em textos das Sagradas Escrituras onde nunca existiu. Um dos exemplos muito conhecido, é do texto que fala do caso da cura do cego Bartimeu.
Tais pregadores, ao lerem o livro de Flávio Josefo, eles ao se depararem com a citando dele de uma personagem por nome Timeu, que era um comandante do exército israelense que servia no pelotão da cidade de Betel, eles logo fazem uma suposição de que esse Timeu, citado pelo escritor Flávio Josefo, seria o pai de Bartimeu. Esse tipo de ligação sem comprovação histórica ou arqueológica constitui em grave violação dos verdadeiros conceitos dos princípios hermenêuticos da teologia bíblia. Além disso, a homilia perde sua lógica e sua coerência histórica.
Sabe-se que é vergonhoso para o locutor enfeitar sua homilia, tomando textos ou contextos emprestados que demonstram isolamento grosseiro da realidade bíblica. O tal Timeu, citado por Flávio Josefo, era um escritor como ele, que era seu contemporâneo, que tentava como Josefo, trazer informações sobre os conflitos da época.
A colocação da citação do escritor Flávio Josefo, sobre esse possível pai de Bartimeu, faz uma ponte de um fundo fantasioso de alguns pregadores e escritores para tentar ganhar a simpatia do público em enfeitar seus escritos. O Timeu citado por Flávio Josefo, é um escritor de seu tempo, e não o Timeu pai de Bartimeu que fora curado por Jesus. Outro caso também muito conhecido, é a colocação do nome de uma certa mulher chamada de “Verônica” conhecida também como “Bernike, ou Beronlke”, também conhecida por Edessa, de uma cidade da Síria, como sendo a mulher que sofria de uma hipermenorreia, ou fluxo de sangue; que se aproximou de Jesus, tocou no seu manto e foi curada.
Para tristeza e infelicidade deste enfeitadores de sermões e de textos, essa tal Verônica, ou Berenice não existe sua citação no Cânon Sagrado. Essa citação vem de um livro espúrio que não merece confiança, pois surgiu nos meados do século IV, ou no início do século V, d.C. A citação do nome desta tal Verônica, não existe nos 4 Evangelhos. Essa tal Verônica/Berenice é uma personagem fictícia e não aparece em nem um livro da Bíblia.
Notação importante
A existência de Bartimeu, é comprovado pelas Sagradas Escrituras. Mas elas não nos informam quem eram o pai de Bartimeu. Até porque tal informação é irrelevante no contexto da salvação.
Introdução
Toda mensagem escrita ou oral; deixa as marcas: que são os objetivos ou a intenção do narrador. Ela fala diretamente da pessoa do indivíduo, e que tipo característica ele tem. O mensageiro fiel é aquele que não desvia o verdadeiro sentido da mensagem, não aumenta e nem diminui seu conteúdo. Mas entrega genuinamente com saúde como recebeu, evitando de cometer injustiça no momento de sua entrega. Assim ele não tomará partido: evitará favorecer a um e prejudicar o outro.
Texto Explícito: (Pv 25:13)
A mensagem sadia
⇒ Um mensageiro só pode ser considerado como fiel, quando sua mensagem não é aumentada e nem diminuída. Quando sua mensagem não retira a paz, o sossego, o sono, não quebra a comunhão e nem traz indiferença entre as pessoas. A mensagem que foge destas regras, é uma mensagem doentia.
⇒ As vezes nós não queremos ouvir uma mensagem, que toque em nossas mazelas e fragilidades, ou que venha contrariar nossos sentimentos, ou até mesmo que vão de encontro aos nossos projetos, nossas tradições, costumes ou nossa maneira de ser.
Contudo, mesmo que essa mensagem mexa com tudo isso, mas se ela for para nossa edificação; esse é o tipo de mensagem de precisamos ouvir.
⇒ A mensagem de um mensageiro, por simples que ele seja, ela deve orar as Sagradas Escrituras (Malaquias 2:7-8). Segundo o sábio Salomão, ao escrever em (Pv 12:18), ele diz: há alguns que falam, que sua mensagem é como uma espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.
Exemplo de mensageiro fiel: (Micaías 2 Cr 18:4-24).
A Mensagem Doentia
⇒ Toda qualquer mensagem que vem sobrecarregada do sentimento de indiferença, de ódio, sede de vingança, e que objetive ofuscar o brilho e o nome do semelhante, é uma mensagem doentia, entregue por um mensageiro infiel. Tal mensageiro tem a capacidade de levar e trazer as mesmas mensagens de forma simultâneas.
⇒ Existem tipos de mensagens que a princípio, parece uma ótima informação. Mas, pode ser apenas o início de um grande problema surgindo por falta de prudência e infidelidade do mensageiro.
⇒ A mensagem que vem com pingos nos “Is” a mais ou a menos, podem considerar uma mensagem que não goza de saúde teológica.
Conclusão
As marcas de uma mensagem, deixam impressões que provam que tipos características seu autor é alimentado. Isso quer dizer, que o autor está devidamente identificado pelo rastro que deixou por sua mensagem por onde passou.

A Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, é a lei fundamental e suprema do Brasil, servindo de parâmetro de validade a todas as demais espécies normativas, situando-se no topo do ordenamento jurídico.
Constituição da República Federativa do Brasil
O DIA 5 DE OUTUBRO DE 1988: É UM DIA HISTÓRICO. O DIA EM QUE FOI PROMULGADA A ATUAL CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DO BRASIL.
É o pai da lógica, é Aristóteles (384 a 322 a. C.) que foi o pioneiro de sistematizar os processos argumentativos em uma disciplina específica, denominada posteriormente Lógica.
Qual era a preocupação de Aristóteles?
A sua preocupação de Aristóteles: era sistematizar o pensamento de tal modo a oferecer regras precisas que permitissem a extração da verdades com base na pressuposição de outras verdades, que possibilitassem fazer análise ou demonstração.
Introdução
Quando a Bíblia nos fala, no livro de 3 João, quanto ao trabalho desenvolvido pelo obreiro Diótrefes, nos dá uma ideia de quem era quem, pela sua personalidade, comportamento e sua maneira de agir na igreja primitiva.
Temos em III João 9 – 11 a menção de um homem que personifica uma atitude cada vez mais comum nas igrejas dos dias atuais. Diótrefes era o nome dele. Qualquer pessoa que visitasse aquela Igreja onde ele se congregava, de pronto lhe reconheceria pela sua maneira indelicada de tratar os seus irmãos, os visitantes, e por sua plumagem de pavão, que o fazia identificável à distância! O analise abreviado que fizemos brevemente do “Currículo” deste homem, nos aletar a todos, que o número de seus seguidores cresce assustadoramente, sob a desculpa do “homem espiritual”, do “zelo doutrinário” e do “conservadorismo” exagerado.
Tema: A Síndrome de Diótrefes o testa-de-ferro
DIÓTREFES, O PRINCIPAL ou o manda chuva (V. 9)
O sigifica primazia? Significa “Prioridade”, “o que vem em primeiro lugar”. Esse era o lugar preferido, que se encaixava perfeitamente no perfil do obreiro Diótrefes. Diótrefes o manda chuma! Esse era um dos cartões postais da vida do irmão Diótrefes. Ou seja, aquele que não aceitava que toda qualquer decisão, planejamento, ou qualquer tipo movimento, fosse feito na igreja; sem passar pelas suas maõs e aprovação do obreiro Diótresfes. Ele era aquele que exigia ter a palavra final em todas as questões na igreja. Sem sua aprovação nada feito. Ele era uma pessoa de personaliade forte, e gozava de muita posição, prestigio, privilegios diante do povo. E aproveitava essa sua personalidade forte, e suas prerrogativas, para impôr todo mundo sobre seus pés e seu comando. Sua vontade imperava. E todos tinham que se subemeter aos seus pés.
Diótrefes era incansável, dedicado, prestativo, comunicativo, e zeloso pelo bom andamento das coisas. Mais só tinha um detalhe. Que tudo que fosse feito, seguindo as suas normas impostas, e que atendesse seus interesse materias, e que não ameaçasse sua posição, e respeitasse seu ponto de vista como palavra final. O obreiro Diótrefes era tão espiritual, que só não tinha aprendido que só “Cristo é o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Cl. 1:18).
DIÓTREFES, O GARGANTA DE OURO (V. 10)
Falar mal da vida e ministério dos outros era tarefa fácil para alguém como Diótrefes. Destruir a reputação de alguém por meio de tramoias e usando sua língua ferina, era coisa mais normal para o irmão Diótrefres que já não mal o incomodava. Distribuí palavras maliciosas, isinuosas caluniosas da vida alheia; era para Diótrefes algo absolutamente natural. Talvez ele até se sentisse bem, ou na obrigação de espalhar boatos se (verdadeiros ou não) sobre a vida de terceiros. Afinal de contas, era ele o poderoso Díotrefes, que se achava na incumbencia e no direito de “defender os princípios dos irmãos…” E quem sabe melhor do que Diótrefes poderia fazer aquilo?
Só ele msemo. O Obreiro Diótrefes era tão espiritual! Só não tinha aprendido que“os irmãos não devem falar mal uns dos outros, pois há um só é o Legislador e Juiz” (Tg. 4:11-12), e é quem tem autoridade, o direito, de julgar ou salvar; segundo as obras e a conduta de cada um.
Diótrefes, o sabe-tudo (V.10) Uma Igreja que tem um Diótrefes, não precisa de mais ninguém! Para que acolher outros ensinadores se tem um obreiro no seu meio que é competente e capaz de fazer tudo? Quem mais neste mundo teria algo para ensinar aleḿ dele? Um “servo de Deus” com tanta ascendência certamente pode dar conta do recado sozinho. E ai de quem não concordar com seu ponto de vista, e não aceitar suas ordens. Seria expulso da Igreja! É claro, quem não atendeesse a voz do irmão Diótrefes estava mostrando perigosas tendências de “abandonar os princípios” cristãos lançado por ele mesmo. E não obedeça não? Pra ver o que acontece contigo? Logo você estará na mira para ser um candidato, ser colocado na geladeira do esquicimento, por desobedecer as normas diotrefianas.
O obreiro Diótrefes era tão espiritual! Que só não tinha aprendido que o homem saábio com sabedoria está “pronto mais pra ouvir, e tardio para falar” (Tg. 1:19).
Diótrefes, o melhor e mais competente para combrar as regras e a etica do bom viver
É bem verdade que as Igrejas do nossos dias não estamos livres do chamado “pastor profissional”, que, via de regra, faz tudo sozinho. Mas também não estamos livres dos Diótrefes da vida, que mesmo não o sendo oficialmente posto, impõem-se como senhores absolutos da razão, e mandam e desmandam, e intrometem-se no trabalho dos colegas de trabalho, nem que estejam a centenas de quilômetros, e jamais aceitam o fato de que ainda podem aprender alguma coisa com os outros.
Por de regras ministerial, podemos livrar: (a) do mal Pastor ordenado, por motivos de sua transferencia, (b) do Partor servo que não é mais tolerado e nem aceito por ser considerado cafona e radical, (c) do pastor mercenario, que é o maior grupo genericamente falando, onde fica o maior grupo, que estão, ou se encaixam: o Pastor turista, o Pastor pulador de para quedas, o Pastor caloteiro, o Pastor vededor de mensagem e explorador; (d) o Pastor cão, que é o grupo que sente o cheiro de carne fresca de longe, pelo seu espirito canino. (e) e por último podemos ser protegidos e guardados pelo bom Pastor (Jesus). Mais se livrar livrar de um mal maior: a síndrome de Diótrefes o testa de ferro, ninguém se livra! Porque os Diótrefes da vida, ninguém pode mexer ou retirar ele de sua posição ou cargo que assume. Pelo contrario, ele é como barata está em todo lugar e em todo canto. E bota gosto ruim em tudo o que não for feito ele. Se não for aprovado ou passado por suas mãos, para que ele dê o veredito final. O obreiro Diótrefres era tão comprendido, entendido e sábio, e tinha conselhos inspirados! Ele só tinha esquecido de gravar os conselho e obedecer as recomendações de seu Apóstolo e Pastor João, que ao escreveu ao amodo Gaio, dizia:“Amado, não sigas o mal ,mas o bem. Quem faz bem é de Deus; mas quem faz mal não tem visto a Deus” (V.11).
Diótrefes o dominador do púlpito III Jo v, 9
O comportamento de Diótrefes dentro da igreja era percebido, por todos. Os irmãos por mais simples que eles fossem, entendiam como era o comportamento do obreiro Diótrefes. Na igreja onde ele era obreiro, era ele quem dominava o púlpito da igreja. Na igreja onde ele se congregava este obreiro, todos tinham a obrigação de lhe obedecer em toda ação e em todas as áreas da igreja. Veja:
A) Diótrefes o homem do púlpito:
Quanto à organização da igreja e a introdução de algum obreiro no púlpito da igreja, fosse alguém do local ou visitante, ele era o primeiro a tomar conhecimento e a ser encarregado de sua introdução. Pra colocar alguém no púlpito, só conversando com o irmão Diótrefes e com mais ninguém. Na escala dos louvores, pregação e outros só o irmão Diótrefes resolvia. Poqur só ele sabia ministrar e colocar o carrossel pra andar a contento.
B) Diótrefes o homem que recebe satisfação
Pelo escrito de João o Apostolo do amor, podemos ter uma ideia de que o obreiro Diótrefes, monitorava a vida de todo mundo. Há! Ele era a primeira pessoa a receber o jornal da manhã, e ler as primeiras manchete para poder está informado e inteirado de tudo o que acontecia no dia a dia. Sair a uma visita em outro lugar ou em outra igreja! Tinha que avisar e dá satisfação ao irmão Diótrefes. Ei! pra onde você; vai? Avise o irmão Diótrefes. Senão!!!! Você vai ficar mal visto; ou com o risco de nunca mais ter sossego na vida por ter desobedecido “testa de ferro”. O obreiro que quer saber tudo, e está informado, “TIM TIM, por TIM”.
C) Diótrefes o homem que tem a ardilosa maneira de banir III JO v,10
O obreiro Diótrefes não era um homem de discussão mais, tinha a pior arte e mecanismo de destruição da vida alheia. Ele usava sua posição, prerrogativas e oportunidade que tinha na igreja, para fazer valer sua palavra; usando o poder de sua língua, destruindo tudo e todos pela frente, que ele achasse que fosse uma ameaça a sua pessoa e sua prosperidade e seu crescimento dentro da igreja. Ele não aceitava oposição, critica ou rejeição a sua pessoa e desobediência as suas ordens. Todos tinham que está sobre seu comando e suas rédeas. Caso alguém o contrariasse; nunca mais ele deixava seu nome sobressair ou entrar em destaque em nenhum trabalho de maior importância dentro ou fora da igreja. Ele sucumbia qualquer pessoa que atravessasse seu caminho. Que tristeza para uma igreja que tem no seu ceio ou no seu meio os Diótrefes ou, os testas de ferro.
D) Diótrefes o homem insatisfeito com o que tem e sempre querendo mais
O pastor ou presbítero “O AMODA GAIO” já não sabia mais o que fazer, pois sua autoridade e sua pessoa e seu ministério estava comprometido, e quase por um fio, com a presença ameaçadora e do jogo politico do ameaçador obreiro Diótrefes dentro da igreja local.
O irmão Diótrefes já não deixava o “Amado Gaio” trabalhar em paz. Todos os cargos estava sobre seus ombros e dominava sobre todas as aéreas da igreja. Era ele quem fazia tudo e ditando as normas, de tudo que devia ser feito, mais tudo a seu modo . O Pastor já era para ele apenas uma marionete. Todo mundo da igreja já não mais procurava o Pastor da igreja, porque tudo estava concentrado em torno do obreiro Diótrefes.
O pior de tudo é que ele estava insatisfeito e querendo mais. Diótrefes já não reconhecia mais a Apóstolo João como Apostolo de Cristo, e muito menos tinha consideração e respeito pelo seu supervisor, o Presbitero amado Gaio. Supostamente ele quem queria ser o Pastor ou Apóstolo regional. Ele se considerava o tal, e o melhor administrador possível. Ou seja, ele era o homem do momento, o homem cheio de ibope, o magnifco.
Dótrefes o homem parcial
Biblicamente a forma como agia este obreiro tinha como uma de suas marcas registrada a “parcialidade”, pois ele só mantinha boas relações com quem lhe fosse simpático ou que ele achasse graça naquela pessoa. Ele é o retrato de muitos obreiros que se comportam de forma parcial com seus irmãos. Os tais obreiros têm a coragem de abrir a boca e dizer: “meu coração não vai com a cara do fulano; não me entra, e não consigo achar graça nele”. Em outras palavras eu o aborreço ou repudio de alma e coração. Meu amado e qurido irmão, e amigo. Você quer saber, por que os Diótrefes da vida dizem isso? É porque você não ler na sua cartilha, não lhe bate as palmas, não faz lijonsas ou lhe faz elogios a sua pessoa, e nem vive lhe babando, para dexá-lo cheio de pernas como siri. O Diótrefes do século XXI, só ama quem lhe ama, só deseja o crescimento do proximo se for gente igual a ele, que comungue com seus feiro e aprove suas medidas e se encaixe exatamente em seu perfil.
Viver e trabalhar com gente da estirpe do obreiro Diótrefes, é viver inseguro no trabalho e quase por um fio. Quem trabalha com o Obreiro Diótrefes, sabe, que, a qualquer momento; ele pode ser jogado fora. Com alegação de que sobre você falta virtude, e dom para trabalhar com ele. Ele tem coragem a capacidade suficiente desfazer, tudo o que você construiu no passado com muito esforço carinho, e dedicação e á obra de Deus, e aos seus irmãos.
Julgar a vida alheia sem ter certeza do que diz, é como atirar em uma caça sem vê-la ao certo, perde o chumbo
Ainda lembro-me quando tinha os meus 15-16 anos, quando certa vez andava na propriedade de meu pai, ao meio dia. E encontrei em um matagal, ou seja, em capão de marmeleiro um nambu que descansara naquele meio dia do Sol causticante e quente. Naquela hora não tive outra reação, senão correr para a casa, e chamar meu irmão Zeca; que por sua vez pegou de mão uma espingarda velha e sofre pela ação do tempo, e ambos corremos, para matar o nambu com um tiro certeiro.
Aquilo para nós era um tipo de aventura pela pouca idade que tínhamos e pela pouca noção de maturidade que tínhamos. Então corremos a toda pressa para matar o nambu, um animal tão dócil e inofensivo e indefeso, que descansava à sombra do meio dia. O que mais queríamos era fazer daquele animal era uma festa assando ao fogo. Derepente avistei um supostamente animal, ao meu lado esquerdo. E mentalizei que aquele animal era um preá, que também descançara como o nambu. Logo cochichei no ouvido de meu irmão Zeca, dizendo: olha aqui do meu lado esquerdo tem um preá! Veja que animal grande. Logo entre nós nasceu uma incerteza e indecisão em qual animal atirávamos.
Meu irmão Zeca me perguntou! Neto em qual eu atiro? No Nambu ou no preá. Olhei pra meu irmão com os olhos girando de um lado para outro, sem saber o que responder, e então tomei uma decisão, começando a falar tutibeando com uma voz um pouco tremula, de quem queria responder ou não. Então abri a boca e disse: atira no preá! Que é maior. Meu irmão se equilibrou entre os matos, colocando os pés em um lugar firme, por razão de ali ter muitas pedras de seixos, e começou a manusear a espingarda nas mãos. E se virando para o lado oposto ao nambu, ação esta que dando ao nambu a oportunidade de um grande livramento da morte.
Nesta hora meu irmão Zeca fez mira e atirou. Fez-se um som ensurdecedor que ecoou no sopé daquele pequeno monte, que assustou o coitado do nambu que então voou apavorado entre as arvores sem saber o que estava acontecendo, tomando direção ignorada. E passando a ação do atirador, Zeca: fomos certificar se o preá estava morto. Que preá que nada. Não era só nada.
Quando nos aproximamos, do suposto preá, percebemos que ele não havia saído do lugar; e que realmente não era um preá, mais tratava-se de uma pedra tosca, da cor de um preá e de tamanho proporcional a um preá. Então eu e meu irmão Zeca, atiramos em uma caça inexistente. Eu criara na mente e no coração que aquilo era uma caça. E supostamente, meus olhos viram um preá.
Retirando lições deste fato real desta narração
O que realmente eu quero dizer com a narração? Deste fato real? Que aconteceu na minha vida? É que, esta narração, é um retrato que vem acontecendo em nosso dias.
Muitos estão criando mentalmente suposto erros na vida alheia, e começam a acusá-los sem terem a menor certeza do que realmente estão dizendo. E disparam tiros com suas palavras maldosas, infames, ferinas e caluniosas, contra seu semelhante; sem nenhum temor a Deus. E se esquece a semelhança do obreiro Diótrefes, que Deus está na céu, tudo ver. E um dia chamará todos os Diótrefes para prestação de contas. Meu querido irmão, se por caso você está passando por momentos constrangedores, saiba que, com certeza; que Deus te dará o livramento, como deu daquele nambu. Deus te livrará dos maldosos atiradores das e língua ferinas, ou seja, “Deus te livre da praga do mal vizinho” como diz o ditado popular.
As pessoas que cometem maldade contra seu próximo, nunca estarão livres de sua consciência, da Memória e da Razão, que trabalham avisando o tempo todo do mal que fez ao próximo.
A) A consciência: A consciência a voz do homem interior, que funciona como um tipo de despertador, avisando que a pessoa é culpada, e merece ser punido ou ser disciplinado e o castigo por Deus pelos seus atos (Gn 42:21) - “Somos culpados no tocante a nosso irmão Jo 8:9 At 23:1 24:16 Rm 13:5 I Pe 3:21
B) A Memória: A memória tem o objetivo de fazer lembrar experiências boas e más da vida pregressa, que representa suas mais variadas personagens autenticas.
GN 42:21- Vimos a angustia de nosso irmão e não acudimos
C) A Razão: A Razão é o poder e a faculdade que temos de avaliar, julgar e estabelecer relações de um juízo lógico, ou melhor, tem um bom senso ou juízo na cabeça.
“Gn 42:21- Por isso nos vem esta ansiedade”.
O que é síndrome? É o estado mórbido caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas, e que pode ser produzido por mais de uma causa. Ex.: Esse obreiro sofria da síndro de obstrução da percepção espiritual. Era um tipo de insuficiência da visão amorosa e coletiva do amor cristão que devia amparar entre os santos.
O obreiro Diótrefes sofre pela ausência do conjunto de caracteres ou de sinais associados a uma condição crítica, suscetíveis de despertar reações de temor e insegurança:
A síndrome da guerra nuclear
Quando nos referimos, ao cristão ser inserido no corpo de Cristo, não existem divisões geográficas. Mas no caso em estudo vimos que o obreiro Diótrefes não recebia os irmãos bem ao chegar na igreja local. Esse tipo de comportamento foi reprovado por Paulo.
Conclusão
A simplicidade deste artigo, visa alertar aos nossos obreiros, que nunca entrem pelo caminho que trilhou o obreiro Diótrefes, e nem seguir seu mal exemplo. Senão você fará que todos levem de sua pessoa um triste testemunho pelo resto do mundo afora.
Podem variar entre cinco e nove tipos, contudo, os mais estudados e exigidos nas diferentes provas de vestibular e concursos no Brasil são a narração, a dissertação, a descrição, a injunção e a exposição. Veja as principais características de cada um deles:
Narração
Sua principal característica é contar uma história, real ou não, geralmente situada em um tempo e espaço, com personagens, foco narrativo, clímax, desfecho, entre outros elementos. Os gêneros que se apropriam da estrutura narrativa são: contos, crônicas, fábulas, romance, biografias etc.
Dissertação
Tipo de texto opinativo em que ideias são desenvolvidas por meio de estratégias argumentativas. Sua maior finalidade é conquistar a adesão do leitor aos argumentos apresentados. Os gêneros que se apropriam da estrutura dissertativa são: ensaio, carta argumentativa, dissertação, editorial etc.
Descrição
Têm por objetivo descrever objetiva ou subjetivamente coisas, pessoas ou situações. Os gêneros que se apropriam da estrutura descritiva são: laudo, relatório, ata, guia de viagem etc. Também podem ser encontrados em textos literários por meio da descrição subjetiva.
Injunção
São textos que apresentam a finalidade de instruir e orientar o leitor, utilizando verbos no imperativo, no infinitivo ou presente do indicativo, sempre indeterminando o sujeito. Os gêneros que se apropriam da estrutura injuntiva são: manual de instruções, receitas culinárias, bulas, regulamentos, editais, códigos, leis etc.
Exposição
O texto expositivo tem por finalidade apresentar informações sobre um objeto ou fato específico, enumerando suas características por meio de uma linguagem clara e concisa. Os gêneros que se apropriam da estrutura expositiva são: reportagem, resumo, fichamento, artigo científico, seminário etc.
Para que você conheça com detalhes cada um dos tipos textuais citados, o sítio de Português preparou uma seção sobre tipologia textual. Nela você encontrará vários artigos que têm como objetivo discutir as características que compõem a narração, a dissertação, a descrição, a injunção e a exposição, bem como apresentar as diferenças entre tipos e gêneros textuais. Esperamos que você aproveite o conteúdo disponibilizado e, principalmente, desejamos que todas as informações aqui encontradas possam transformar-se em conhecimento. Boa leitura e bons estudos!
O coração de mãe é um terreno onde desce constantemente a chuva do sentimento amoroso pelos filhos. Nele cabe cada filho indistintamente. Ele é terra que não nunca encharca pela chuva, nele vinga todas as sementes; e sobre suas veias corre o sangue quente de cada filho. O coração de mãe tende a ficar sentimental pela passagem de seu dia. Tudo que alguém fizer com ela penetrará direto no interior do seu coração. Nesse dia ele se sente sensível, e fácil de fazer ela derramar suas lagrimas. A mãe pela passagem de seu dia fica até sem jeito, o que devia ouvir ou requerer de sues filhos. Talvez se ela tiver a oportunidade de dizer algo para seus filhos; ela diria que, a única coisa que queria gostaria de ter deles seria o amor, com que ela os ama e estima.
O coração de mãe não precisa de intelectualidade para entender o olhar de seus filhos, sentir sua dor; mostrar sua disposição para lhe servir, atender a eles no que puder. Ela sente tristeza quando vê seus filhos tristes ou sofrendo; e quem quiser perder sua amizade, mexa com suas crias. Seus filhos mesmo que esteja de cabelos brancos, ela os trata e os defende como se fossem suas crianças. Sensibilidade, afeto, amor e pesar são as sementes do terreno (coração de mãe), do coração de mãe. Onde cresce e produz com facilidade mesmo que não haja quem os cultive. Ele é nato para o amor.
Indiscutivelmente o coração de mãe possui sabedoria intuitiva, que será capaz de receber com habilidade, sentir, ver, ouvir, e cheirar a vida, e os movimentos dos filhos ao longe. O coração dela está sempre presente, e sente de longe o que se passa com seus filhos. As faculdades do coração de mãe vão além de nossa imaginação.
O coração de mãe objetiva um único propósito: amar, e mar aos filhos e a família até a morte. Enquanto sobre o coração de mãe corre o sangue com seus movimentos rítmicos pelas aurículas dos seus ventrículos; também sua natureza emocional continua acessa como um fogaréu alimentando a chama de seu amor pelos filhos mesmo que estes estejam ausentes. O coração de mãe fica sobrecarregado de preocupação com a ausência de seus filhos. Ela deita durante as noites, mas seu coração não lhe deixa dormir sossegada pensando nos filhos.
Seu coração desenvolve faculdades que deixa seus sentimentos aguçados, que lhe trarás sensações pela qual parece está ao lado de seus filhos, e sentir, ver, e perceber tudo o que se passa com eles.
A palavra mãe é dócil, e é lembrada nos piores momentos da vida de um filho. Quando um filho adoece, se estiver distante de sua mamãe, ele se sente como se estivesse abandonado pelo resto do mundo. Mãe é uma palavra inconfundível. Dele exalam as melhores das essências do amor humano, e é o retrato da essência do amor divino. Amor de mãe não existe outro igual.
A mitologia é a reunião dos mitos e narrativas que tenta explicar os fenômenos do surgimento das entidades sobrenaturais e suas evoluções. Exemplo, narrativas do surgimento dos deuses gregos e romanos. A mitologia conta histórias de teor fabuloso dos deuses, semideuses e heróis da antiguidade. Mito é qualquer relato fabuloso mantido pela tradição oral ou escrita, que traz como protagonistas as entidades com poderes mágicos relacionados às forças da natureza, na tentativa de elucidar os questionamentos humanos.
O racismo pode ser entendido como sendo um tipo de comportamento hostil dirigido às pessoas ou aos grupos sociais que pertence a um determinado grupo considerado de baixar cultura ou de aquisição financeira. O racismo é a rejeição a quem possui cor negra, que tem deficiência física, grupos religiosos, etc. Geralmente o racismo acontece em países onde existem leis com sistema doutrinário ou político que estabelece a exaltação de uma raça, em detrimento das demais; que afirma a superioridade de um grupo racial relativamente aos outros, preconizando, em particular, o isolamento destes no interior de um país. Em alguns casos existem a propagação do extermínio de uma minoria.