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É evidente, que qualquer pessoa que ler o passado do patriarca Abraão, descobrirá relatos incontestáveis de que sua vida piedosa, não era somente de discursos verbais, mas eram baseados nos conceitos da fé e em ações de práticas sólidas no Deus verdadeiro (Hb 11:17-19), e que contemplavam também seu semelhante (Gn 14:16).
Como por exemplo, sem existência de leis normativas sobre contribuições de dízimos e ofertas (Gn 14:20), ou para se oferecer sacrifícios de holocausto (Gn 12:8), ele fazia por sua própria conta, só para buscar a presença do Criador. Esses atos falam mais alto do que sua vida religiosa. Por isso ele ganhou a simpatia do Criador, e de todos com quem convivia. Vale lembrar, que não foi por acaso que ele é considerado até hoje como o pai na fé de todos que professam sua crença no Deus verdadeiro (Rm 4:11,16-21).
A sua fé, alcançou um nível sem dimensão definida de tal forma, que ele gozou da confiança do eterno; que concedendo-lhes o ministério sacerdotal e profético (Gn 15:18; Gn 20:7), foi um régulo (Gn 14:14-16), foi eleito como progenitor de uma nação (Gn 17:5), recebeu como presente uma terra continental, e se tornou um dos melhores amigos de Deus, e por último fez uma aliança eterna com Ele (Gn 15:18).

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