5:24 pm 0 Comments

É sabido que não fácil interagir e atuar em um ambiente profissional, principalmente quando dentro dele existem sujeitos (professores) que relevam, permitem e violam os princípios e as regras morais que dignificam a pessoa humana, e que garantem: imunidade em sua privacidade, inviolabilidade de seus direitos e de seu espaço. Deste modo, a ética torna-se indeferida e os atores sociais (professores) são ofuscados e banidos (escravizados) em pleno exercício de sua profissão. Sendo assim, esta violação se constituiu em uma quebra brusca do relacionamento da boa convivência, tornando ainda mais distante de entrar em consenso por meio de um mediador, para restabelecer o relacionamento, recuperar a convivência sadia de antes e reconstruir a liberdade entre os sujeitos que foi sucumbida, pelo fato de alguém ter adentrado no código alheio. Vale ressaltar, que depois que tudo isto for restabelecido, a interatividade na cooperação e a competência destes educadores ficarão comprometidos, levando tempo para voltar ter maturidade como antes. Apreende-se que neste caso, o exercício da ética demandará um excessivo esforço para que se consiga trazer de volta estes atores ao guarda-chuva da ética.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Documentos relacionados

Quem foi Abimeleque?

1. O primeiro homem do AT a levar esse nome foi o rei de Gerar, um dos primeiros filisteus a residir na Palestina que se distinguiu dos posteriores guerreiros filisteus que ao final ao segundo milênio…

Cidade de Listra

LISTRA – Uma cidade a aprox. 29 quilômetros a sudoeste de Icônio, na província romana da Galácia, onde Paulo estabeleceu uma igreja em sua primeira viagem missionária. Ele a visitou em sua segunda e terceira viagens…