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Os recursos genéticos florestais podem ser conservados in situ ou ex situ. A estratégia mais indicada é a conservação in situ. A conservação ex situ, utilizando plantios, tecidos, sementes ou pólen, pode funcionar como uma complementação à conservação in situ. Essa forma de conservação deve ser praticada, principalmente, no caso das espécies mais ameaçadas com pequenos fragmentos inviáveis geneticamente. Quando se colocam os indivíduos desses fragmentos em um plantio, sua proximidade pode oferecer o cruzamento entre eles, restaurando
parte da viabilidade perdida. Créditos Embrapa.

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