O jumento Brasileiro é um animal de origem italiana, muito comum na região de Barretos e Franca, São Paulo. É um jumento de porte bem maior que o nordestino, servindo muito bem para produção de mulas. É também muito utilizado na lida com animais. O jumento Nordestino, de porte bem menor que o Brasileiro, sempre desempenhou um importante papel no transporte e no trabalho das populações carentes do Nordeste. Em um determinado momento, sua manutenção foi ameaçada, em razão do abate em inúmeros matadouros que exportavam sua carne para o Japão e para o Mercado Comum Europeu, onde era utilizado em rações para animais de estimação. O jumento Pêga é uma raça de jumento originária do Brasil. Surgiu a partir da necessidade de um animal de trabalho, forte, resistente e adaptado ao clima local. A origem do nome Pêga vem de um instrumento em forma de duas argolas usado para prender os pés dos escravos negros na mesma época em que surgiu o jumento no Brasil. Os animais eram marcados a ferro com o mesmo desenho. A principal utilidade do jumento Pêga é a produção de muares (mulas e burros) para manejo de gado, mas também é utilizado como tração animal, cavalgadas e concursos de marcha. E quais as raças brasileiras e grupos genéticos localmente adaptados de suínos, remanescentes dos animais trazidos pelos colonizadores para o Brasil? Os mais conhecidos são o Piau e o Moura, mas temos ainda Monteiro, Caruncho, Canastra, Canastrão, Nilo, Pereira, Pirapetinga, Tatu e Macau. Créditos Embrapa.
20 abril, 2026
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