Sim. Estes locais representam um dos mais tradicionais “sítios de coleta” ou “sítios de amostragem” do trabalho com recursos genéticos (Walter; Cavalcanti, 2005a). Geralmente considera-se que os sítios de coleta mais importantes são encontrados nos centros de diversidade das espécies. Em situações práticas, no entanto, são reconhecidos cinco importantes sítios de coleta, quais sejam: regiões de cultivo e agroecossistemas; hortas e pomares caseiros; mercados e feiras; habitats silvestres; e áreas ameaçadas de desaparecimento por ações humanas. Em animais, as coletas podem ser realizadas em centrais credenciadas pelo Mapa, em núcleos de conservação e em propriedades rurais.
Além disso, enviar o material coletado de espécies animais para o banco genético. Deve ser realizado contato prévio com o curador do BBGA, por meio do portal Alelo ou por e-mail. Após acordado o envio, as orientações de como proceder com o envio do material são acertadas. Entretanto, algumas informações gerais de como enviar o material podem ser fornecidas aqui. No caso de germoplasma, o material deverá ser enviado em botijão criogênico repleto de nitrogênio líquido, enquanto as amostras de tecido deverão ser enviadas em caixa de isopor apropriada com as amostras acondicionadas em microtubos, submersas em etanol absoluto. No caso de sangue, as amostras deverão ser enviadas em caixa de isopor sob refrigeração, em gelo seco ou reciclável, dependendo de cada caso.
Já para armazenar o material coletado de espécies animais até o envio ao banco genético, a germoplasma deverá ser mantido em botijão criogênico submerso em nitrogênio líquido, enquanto as amostras de tecido deverão estar armazenadas individualmente em microtubos de 2 mL, submersas em etanol absoluto. No caso específico de sangue, ele deverá ser aliquotado em microtubos e mantido no freezer a -20 °C. Com a ajuda da Embrapa.
