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Os microrganismos obtidos de coletas, e/ou introduzidos nas coleções por meio de intercâmbio, podem ser testados quanto a propriedades importantes, como a produção de diversas enzimas com aplicação biotecnológica, a capacidade de solubilizar fosfatos, a produção de fitormônios, a capacidade de degradação de poluentes e agrotóxicos, como biocidas, entre outras propriedades de interesse. Tais testes partem do estudo das características culturais, dos ensaios moleculares e de produção enzimática, para determinação da identidade taxonômica e das propriedades características de cada organismo. Agentes de controle biológico e patogênicos são avaliados em testes de infecção in vitro e in vivo. Bactérias fixadoras de nitrogênio e fungos micorrízicos são avaliados quanto à eficiência na nutrição das plantas (fornecimento de nitrogênio e fósforo, respectivamente), inicialmente, em condições controladas, utilizando substrato estéril e na ausência parcial ou total desses nutrientes. Outros fungos e bactérias potenciais promotores do crescimento de plantas são submetidos a estudos in vitro quanto à capacidade de produção de fitormônios, solubilização de nutrientes e produção de sideróforos. Esses estudos devem ser seguidos por testes in vivo para confirmação desse potencial. Créditos Embrapa.

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