Vimos que o questionamento do fariseus feito sobre o casamento a pessoa de Jesus, eles fizeram uma capciosa indagação para tentar observar se Jesus entrava em contradição com a lei de Moisés. Ou seja, eles queriam saber se Jesus concordava que o homem devia repudiar sua mulher por qualquer motivo, o que a lei não dava este aval. Pela pergunta, detecta-se que os fariseus estavam preocupados apenas com o casamento. Mediante a questão levantada pelos fariseus, Jesus responde segundo a lei de Moisés, e nela Ele preservou o casamento normativo e alertou eles da grosseira violação da união conjugal, que a parte mais importante aos olhos de Deus. Em Sua resposta, Jesus uniu duas passagens bíblicas do livro de Gênesis 1.27 e 2.24, e expressou em palavras para desmascarar os fariseus, e fazer com que eles fizessem uma conclusão das duas passagens. Na primeira passagem de Gênesis 1.27, Ele mostrou a ação criadora de Deus, e na segunda Ele se refere a celebração da união conjugal entre o homem e sua mulher. A exegese interpretativa dos rabinos em repudiar sua mulher por qualquer motivo, estava equivocada, e submetida sob o sentimento canal humano. Jesus não aboliu a lei de Moisés, mas autêntico e explicou, que Deus não concorda com tal comportamento perverso.
Sobre a união conjugal
Dados do livro de Gênesis, revelam que foi Deus que celebrou apenas a união conjugal;
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. (Gn 2:24);
Vimos que durante a era patriarcal não existia normatização do casamento, mas apenas a união conjugal;
Para que eu te faça jurar pelo SENHOR Deus dos céus e Deus da terra, que não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito. (Gn 24:3).
Sobre a união conjugal e o casamento
Então chegaram a ele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? (Mt 19:3)
