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1. E o que é conduta?
É a maneira ou o modo de agir, de portar-se, de viver; ou do procedimento consciente ou não de um indivíduo. E o que é instinto? É o impulso natural, que independe da razão, que faz o indivíduo agir com naturalidade para sobreviver, e conservar sua espécie. Pela conduta intuitiva, o animal é impulsionado interiormente para executar inconscientemente atos inatos que atendam às necessidades de sua sobrevivência, e de sua espécie. Exemplos: Quem foi que disse a vespa solitária, que levar a aranha-caranguejeira a latência por um determinado tempo, ela vai servir de alimento quentinho as suas larvas até se tornarem adultas? Ninguém.

Quem foi que ensinou ao João-de-barro, fazer sua casa ao lado contrário da chuva? Para ali, pôr seus ovos e criar seus filhos protegido da frieza e da chuva? Estes, são os resultados da conduta intuitiva da sabedoria animal, que ninguém precisa ensinar.
Quem foi que ensinou ao homem fazer o fogo, criar instrumentos de metal, vasos de louças, de porcelanas, de madeiras, e a domesticar outros animais, que eles poderiam ajudar a melhorar sua qualidade de vida individual e coletiva, no cultivo da terra, agilizava sua locomoção de um lugar para outro? Ninguém. Estes, são os resultados conscientes da conduta intuitiva da sabedoria humana, que ninguém precisou ensinar.

1.1 Entendendo melhor a conduta do velho homem pelo reino animal
Existem alguns exemplos da natureza, como também do reino animal, que podem nos ajudar a entender melhor o comportamento do homem carnal diante da ação do poder de Deus. Deus ao criar os animais e o homem, colocou sobre eles a chamada sabedoria intuitiva, que lhes dão capacidades interior e exterior para executar atos e tarefas por meio de seus impulsos conscientes ou inconscientemente que lhe são adequados para atender as necessidades de sua sobrevivência de sua própria espécie, ou prole. Isto significa, que não há necessidades que alguém crie métodos, regras ou princípios de ensinos quanto ao instinto animal e da evolução do sentimento humano que leva a prática do sexo pelo prazer, ou pela procriação.

1.2 A diferença da conduta intuitiva do animal para a humana
O instinto dos animais ou dos humanos, são conhecidos pela sua conduta. A diferença, é que a conduta intuitiva dos animais é inconsciente, e dos humanos conscientes. O instinto é uma consequência hereditária (inato) que pertence ao ser vivo desde que foi ele criado por Deus, ou mesmo depois de seu nascimento. Isto significa, que, em cada ser vivo, existe uma conduta intuitiva de vida e de reprodução sexual natural, que não há necessidade que ninguém estimule ou crie métodos que ensine sua prática.

1.2 Lições conduta intuição animal nos faz Entender melhor o velho homem
Como o objetivo principal deste livro, é fazer com que entendamos a conduta comportamental do velho homem carnal com seus impulsos, com seus vícios e sentimentos carnais, não há nada melhor do que clarear a mente, apresentando alguns exemplos da conduta instintiva e sabedoria intuitiva dos animais. Os fenômenos físicos dos animais pela sua sobrevivência, é uma boa oportunidade para interpretarmos como o velho homem se comporta. A razão para a elaboração deste tema, parece bem simples. Mas ele é de uma profundidade tão grande, que existe momento que a mente trava, e não consigo digitar um só parágrafo.

Sabemos que, Deus a criar o homem e os animais, colocou sobre eles conduta intuitiva que de tal forma, que todos seus descendentes herdarão as mesmas características intuitivas de seus pais. Ou seja, todos animais que virão depois deles, apresentarão as mesmas ações e comportamentos intuitivos de seus ancestrais, mesmo que nunca as tenha conhecido em toda sua vida. Ao adentrar sobre o assunto da conduta intuitiva dos animais, precisamos nos render ao estudo da biologia, que é uma das peças chaves que pode nos dar informações surpreendentes que são imprescindíveis, para compreendermos com mais afinco a respeito da conduta intuitiva dos animais.

1.2.1 O exemplo dos animais
O velho homem em seu estado de latência, se assemelha a alguns animais que utilizam de artimanhas e costumam praticar atos burlescos, e usam de situações ridículas para tentar romper as ameaças dos predadores e tentar sobreviver às mais variadas situações do meio ambiente em que vivem. Como por exemplo, alguns deles se camuflam, outros se fazem de mortos, outros se fazem de fracos, e outros ainda se fazem de fortes e valentes para amedrontar seu oponente para escapar da morte. Quero apresentar de antemão, as vespas solitárias, e as aranhas-caranguejeiras, que são algumas personagens principais do reino animal neste estudo. A luta pela sobrevivência destes dois animais, e de suas espécies, podem nos ajudar de certa forma como é que acontece também na luta entre o homem carnal e espiritual.

1.3 A latência temporária do aranha-caranguejeira
As aranhas, ou artrópodes aracnídeos, da ordem dos aracnídeos, é um animal que se tornou muito conhecido porque os elementos constituintes de sua estrutura anatômica são diferentes dos demais animais. Os espécimes dos aracnídeos, são uma família grande, apresenta-se com aspectos e proporções variadas no meio ambiente. Eles se tornaram símbolo de animal pavoroso, assustador, e de causar arrepios por conta de seus pelos, e da grande quantidade de suas pernas. Além de suas pernas, eles dispõem de um ferrão na parte bucal, que é comandada por uma glândula que fica em seu abdome. Esse ferrão em alguns tipos de aranhas, como as aranhas-caranguejeiras são tão venenosas que pode até matar humanos. Mas elas não são problema para os espécimes dos braconídeos, que é um tipo insetos, ou vespas, que têm hábitos solitários.

As vespas solitárias existem em várias partes do planeta. Aqui no Nordeste, a mais conhecida, é a vespa “Cavalo do Cão”. Ela apresenta-se com uma cor azul metálica, ou lilás e até apresenta uma tonalidade com um verde furta-cor quando a luz é projetada sobre ela. O Cavalo do Cão, ou a vespa de cor azul metálica como é conhecida, ganhou fama, por travar uma luta frenética contra a aranha-caranguejeira, até conseguir levá-la ao estado de latência para poder por meio dela, perpetuar sua espécie.

1.3.1 O primeiro passo: conhecendo o ponto forte do oponente
Segundo o célebre naturalista francês, FABRE, ele afirma em suas pesquisas, que, o primeiro passo que a vespa dar, é conhecer a anatomia do animal escolhido com quem vai lutar. Outros especialistas, afirmam que a vespa tenta conhecer primeiro a organização interna de sua presa. Ao conhecer, ela vai direto ao ponto forte da presa. Se por acaso os gânglios locomotores nervosos da presa forem localizados no tórax, em uma única glândula, a vespa não dá mais do que uma ferretoada, onde ela se acha situada. E se os gânglios nervosos se encontrarem distribuídos pelos diversos segmentos do corpo do animal, como se verifica nas lagartas, a vespa terá que repetir várias picadas ao longo de todo o corpo da presa, até que consiga paralisar todos seus movimentos.

1.3.2 O segundo passo: desarmar o inimigo
No caso da aranha-caranguejeira, a vespa procura alcançar a glândula ventral que está abaixo da cabeça da aranha, que é um órgão, ou célula cheia de substâncias nervosas que tem a função de dar capacidade a aranha de movimentar seu ferrão para atacar e expelir secreção sobre seu oponente na hora da luta pela sobrevivência. A vespa em sabedoria intuitiva, movimentam-se freneticamente com avanços e recuos, quase que deitada com sua cauda para cima, para introduzir sua cauda por baixo da parte ventral da aranha, até conseguir alcançar com um ataque fatal no gânglio nervoso que comanda seus movimentos bucal, onde está o ponto forte da aranha, e ali com sua poderosa peçonha, inocula o entorpecente no gânglio torácico do animal, que acarretará em completa imobilidade de sua antagonista. Depois que a vespa alcança a glândula da aranha com seu aguilhão, e ao injetar seu poderoso veneno (entorpecente), ela perde sua força de defesa, porque sua armadura bucal foi paralisada.

1.3.3 O terceiro passo: fechar a porta do ninho
Para vespa, não basta levar sua presa ao estado de dormência e reprimi-la, se ela no futuro pode despertá-la. É preciso trabalhar para prevenir, levando a vítima ao total enclausuramento. Para isso, a vespa dar um duro para construir seu ninho, e fechar a porta do ninho onde ela vai colocar seus ovos, de onde virão as vespinhas.

Depois da vespa ter construído seu ninho, se for em terra, ela bate bem todas as paredes e o orifício de entrada, depois esparrama grãos de areia, pedrinhas, folhas, e pequenos caules de árvores e tudo o que ela puder adicionar, para tentar esconder, ou disfarçá-lo dos demais predadores. Depois que ela fechar o ninho, ela dá como terminada a sua missão de procriação e vai embora para nunca mais ver seus ovos ou seus filhotes de vespinhas. As vespinhas depois que vêm ao mundo metamorfoseiam-se por um período, e ao cabo de algum tempo, eles cavam um buraco no ninho e saem depois de adultas.

A inteligência, e a sabedoria intuitiva da vespa é de nos causar surpresa. Quem foi que disse a ela que, a aranha ao despertar pode fugir do ninho se ela deixar aberto? Deixando seus filhotes sem alimento fresco antes de se tornarem adultos e prontos para voar, para continuar seu ciclo de vida? Ninguém.
A conduta intuitiva da vespa para trabalhar no fechamento do ninho, parece ela receber instrução de alguém dizendo assim, faça assim e assim, para proteger seus filhos e garantir seu alimento até poderem voar.
Mas ninguém lhe ensinou. Ela está apenas transluzindo inconscientemente uma ação de vida em favor de sua espécie. Estes, são os resultados da conduta intuitiva da sabedoria da vespa, que ninguém precisou ensinar.

A duração da ação do entorpecente
Quanto à duração da latência pela ação do entorpecente injetado pela vespa sobre as aranha-caranguejeiras, não existe consenso no tempo de sua duração entre os especialistas. Para alguns, a paralisia da presa dura somente até o nascimento das larvas. O significa, que, quando as vespinhas vêm ao mundo, a vítima ainda se acha latente, ou imobilizada, porém continua ainda viva. Já para outros especialistas, o efeito latente do entorpecente injetado pela vespa, dura apenas poucas horas, com o objetivo de facilitar que a vespa consiga fazer o transporte da vítima até o buraco, ou ninho, tempo depois seus movimentos vão reaparecendo gradativamente.
Segundo a ciência biológica, o veneno inoculado pelo Cavalo do Cão não é mortífero no caso das aranhas-caranguejeiras. Não importa o tempo de duração da latência na aranha-caranguejeira pelo entorpecente da vespa, o certo é, que todo tempo de incubação dos ovos da vespa, e as larvas que deles nascerem, precisão de carne, ou tecidos frescos para nutrir-se. Alguns especialistas fizeram experimentos em laboratório com vespas caçadoras de aranhas, e detectaram que, a vespa ao picar uma caranguejeira, o animal chegou a permanecer imóvel até 45 dias adormecido. Depois eles sacrificaram o animal para estudar seus tecidos, aí eles ficaram surpresos com o que viram. Eles descobriram que os tecidos do animal apresentavam todos aspectos normais. Com esses experimentos, eles descobriram que, a vítima não morre, apenas fica imobilizada por certo período de tempo. Depois o animal volta a mexer-se, até recuperar todos os seus movimentos.

O objetivo das vespas ao paralisar sua vítima, é ter condição e tempo suficiente para fechar seu ninho, e posicionar seus ovos em uma região do animal, que ele não consiga alcançá-lo com as peças da boca, e nem com as patas, e que também não consiga atritar contra as paredes do ninho. Algumas vespas são tão inteligentes, que por precaução, amputam até as pernas de suas vítimas enquanto elas estão adormecidas, para evitar que elas escapem ao despertar do sono letárgico, ou devore seus ovos ou suas larvas.

O disfarce do nambu e da codorniz
O disfarce, e a artimanha do nambu e da codorniz, diante do predador, é um dos exemplos mais conhecidos pelos caçadores de animais silvestres do Nordeste do Brasil. Esses animais ao serem capturados em uma gangorra, ou em uma arapuca, ao sentirem que seus pés estão presos e pressionados sobre as mãos da pessoa do caçador, elas fingem de mortas.

O objetivo do disfarce do animal, é mostrar uma aparência que não corresponde à sua verdadeira natureza, para transmitir uma mensagem ao caçador: que não precisa apertar seus pés tanto, pois ela não vai mais conseguir escapulir. Em outras palavras, o animal quer dizer ao caçador, o seguinte: não está vendo que já estou acabado? Por que ainda você está apertando meus pés com tanta força?
Com essa mensagem aparente da caça, ela está apenas iludindo o caçador. Se o caçador atender essa mensagem mentirosa disfarçada de verdade, e folgar um pouco suas mãos que estão apertando os pés do animal, ele não perde tempo e voa, dando um susto súbito ao caçador que fica apenas encantado com a ação de sua caça ao lhe enganar.
O lance do animal com o disfarce, ao fingir de morto, é usar esta tática esperando que o predador acredite nele, e tosquenejar, ou use de negligência folgando seus pés, ou soltando-o, pensando que ele esteja morto para poder empreender fuga.
Existem momentos, que o velho homem usa seu instinto intuitivo para dizer ao homem material e ao espiritual, que ele não é mais uma ameaça. É aí que alguém se engana. O velho homem é cheio de segredos, mesmo estando em estado de latência. Se você imaginar, porque o velho homem está acomodado e entorpecido pela ação do poder de Deus, e que ele não vai mais deixar você dar uma escapulida, ou escorrego no pecado, é aí que ele se engana. Nunca podemos depositar confiança no velho homem, porque seus instintos são imprevisíveis e enganadores. Assim como os animais lutam, e usam sua sabedoria intuitiva para sobreviver, e conservar suas espécies, o velho homem também luta a todo custo para sobreviver ao pecado.

Outros exemplos dos animais para sobreviver
O que dizer de outros animais que traçOutros exemplos dos animais para sobreviveram táticas de sobrevivência para escapar de seus predadores e conservar suas espécies? Uns se camuflam mudando sua coloração, outros se fazem de grandes, outros usam seu xixi para afugentar seus predadores, outros ainda mostram suas garras ou dentes para dizer ao predador que não está falando sério, e assim por diante.

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