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Os bancos de germoplasma podem abrigar as coleções base e coleções ativas (Rao et al., 2007; José, 2010) , que se diferenciam quanto ao tempo de conservação e o fluxo de entrada e saída de material. Na conservação em longo prazo na forma de sementes, por exemplo, o armazenamento do germoplasma é realizado por um período prolongado, por várias décadas a um século ou mais, como acontece nas coleções de base, e a temperatura utilizada é abaixo de zero. O armazenamento em médio prazo, como realizado nas coleções ativas e de trabalho, supõem-se que haverá uma perda mínima do material durante aproximadamente 10 anos, e a temperatura de conservação é de 0 °C a 10 °C. As sementes mantidas no banco ativo de germoplasma têm um fluxo de entrada e saída mais intenso, pois são usadas preferencialmente para fornecer amostras para trabalhos de pesquisa, atender a pedidos de intercâmbio, regenerar amostras e geralmente são associadas a programas de melhoramento. A coleção de base é uma coleção de cópia, ou backup da coleção ativa, e não é utilizada como fonte rotineira de distribuição, apenas para regenerar coleções ativas. Créditos Embrapa.

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