21 março, 2026
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A caracterização morfológica é o tipo com melhor custo/benefício para ser realizado no maior grupo de espécies e, de forma inicial, a prioritária para ser conduzida nos bancos ativos de
germoplasma e núcleos de conservação. Nos casos de coleções muito grandes e com disponibilidade de recursos financeiros, a genotipagem (caracterização pela análise do ácido desoxirribonucleico – DNA) pode ser a forma mais viável para, primeiramente, se estimar a diversidade genética da coleção, identificar os acessos mais diferentes e, assim, selecionar uma amostragem, o mais diversa possível, para ser caracterizada morfologicamente.
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