1. A se deparar com a gravidade deste acontecimento, que envolve o assassinato de uma mulher negra, por mãos de agentes público que deviam proteger em vez de trazer terror por meio da violência, a suspeita que se tem, é que ela foi interpretada como uma pessoa que vivia no mundo do crime, que não foi o caso. Diante disto, observamos que os agentes do Estado eram despreparados psicologicamente para fazer abordagem em ambiente hostil ou herdaram o racismo estrutural de uma sociedade de atrasada. Por outro lado, fatores como este, justifica o gradativo de grupos que tem defender suas vidas e seus de seu grupo.
1.1 É do nosso conhecimento que muitos agentes públicos, como policiais, guardas e vigilantes, dentre outros fazem abordagens truculentas e desproporcionais. E assim eles violam as regras do Curso de Formação Profissional, que fizeram em alguns órgãos, como os (CFP/CFSd/CFO), que é onde estes agentes públicos de segurança aprendem técnicas de abordagens de defesa pessoal e conduta de patrulhamento em campo. Todavia ao olharmos para nosso estudo de caso, na qual ele trata do assassinato brutal de uma mulher negra, por nome de Cláudia Ferreira Silva, de 28 anos, por agentes da Política Militar no Morro da Congonha (RJ), onde ela morava. Durante nossa investigação sobre o caso, o ato de violência praticada contra esta mulher que é identificada como negra, não justifica. Primeiro eles tiveram nenhum motivo para o ato violento. E em segundo lugar, caso ela fosse uma delinquente, a responsabilidade deles era apenas prendê-la e entregar a justiça. Sendo assim, o comportamento dos policiais nos sugere, que houve descriminação étnica.
1.2 Agora, voltaremos nosso olhar com outro viés sobre esta temática, no que tange aos inúmeros casos como estes que continuam acontecendo pelo mundo afora, e com o Brasil não é diferente. Fatores como este, reforça a justifica do surgimento de muitos movimentos sociais existentes nas sociedades contemporâneas. O surgimento deles, repassa uma mensagem para os Governo e a sociedade em geral, que boa parcela dela que mais que os direitos individuais e coletivos sejam negados, tornando elas invisíveis ou em segundo plano aos olhos da sociedade. Neste sentido, entendemos que a injúria e a discriminação racial, estão intimamente ligados ao estereótipo, que é a padronização e o estabelecido do senso comum, de que as pessoas que são negras, que andam sujas e maus vestidas, ou com sua estética corporal, são marginais. São os conceitos da estereotipação e da marginalização, proveniente do racismo estrutural, que alguns indivíduos usam de forma generalizada como pretexto, para justificar atos delituosos contra as pessoas que não se encaixa em sua etnia. E assim eles rejeitam e hostilizam porque tal individuo porque não se encaixa em seu grupo, isto prova que são alimentados pelo etnocêntrico. Para que possamos resolver tal situação constrangera e criminosa, não batam leis e nem formação educacional, Mas conscientizá-los de que todos são iguais.
1.3 Ao trabalharmos nossos argumentos neste estudo de caso, fizemos os recortes encima de duas abordagens distintas com uma impressão sólida sobre o fato. Em primeiro lugar, argumentamos encima da abordam truculenta que viola as regras do aprendizado dos policiais, e em segundo lugar, sobre o racismo estrutural de uma sociedade que está enraizado em maus hábitos e em comportamentos etnocêntricos. A impressão que temos encima destes dois aspectos de nosso tema, é que ele nos sugerem, que existe por traz deles a adoção de um espírito de superioridades étnica nos indivíduos que usam de violência ou de injuria racial como pretextos pelo fato das outras pessoas não identificar com eles. O sociólogo como profissional da área de humanas, ao deparar com estes dois tipos de situações, ele deve trabalhar em duas frentes para reverter todas elas. Como por exemplo: ele deve usar seu conhecimento e sua visão de mundo para conscientizar toda sociedade, que todos seres humanos fazem parte da mesma raça, e que tem o direito natural da vida, e o direito de ser e pensar diferente do outro.
