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O mel adquirido no mercado brasileiro, farmácia, etc. é da abelha Apis melifera. Essa espécie foi introduzida no Brasil pelos imigrantes, no período da colonização. Há 61 anos também foi introduzida a raça de abelha africana Apis melifera scutellares. As cinco raças introduzidas no Brasil se acasalaram naturalmente e formaram um poli-híbrido conhecido como abelha africanizada, uma vez que as características da raça africana se sobressaíram. Um grupo de abelhas que chama muito a atenção entre as espécies sociais são as abelhas-sem-ferrão. Essas abelhas possuem ferrão atrofiado que não pode ser usado como defesa. Estima-se existir, aproximadamente, 300 espécies dessas abelhas no Brasil. A maioria dessas abelhas está restrita a determinadas regiões; poucas espécies conseguem estar presentes em todo território nacional, como a arapuá (Trigona spinipes), provavelmente a mais conhecida. Na região Sul, Sudeste e Centro-Oeste, uma abelha abundante é a jataí (Tetragonisca angustula). No Nordeste, as abelhas uruçu (Melipona scutellares) e jandaíra (Melipona subnitida) são muito criadas, e, no Norte, a tiúba ou uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata). Quanto às abelhas solitárias, as mais conhecidas são as espécies de mamangavas, Xylocopa sp. Essa abelha é importante na polinização de flores grandes como a flor do maracujá. Créditos Embrapa.

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