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Diferentes tipos de embalagens são utilizados para acondicionar o germoplasma. Para a conservação de microrganismos, podem-se citar tubos de ensaio para estoques sob óleo, criotubos para congelamento e ultracongelamento, ampolas de vidro para liofilização, placas para repique contínuo. Tubos de ensaio de vidro são os mais comuns para a conservação in vitro. Para a criopreservação, são utilizados criotubos de material resistente à temperatura do nitrogênio líquido para embriões, meristemas, gemas apicais e laterais e sementes pequenas; e, para estruturas ou sementes maiores, utilizam-se os envelopes aluminizados trifoliados, selados a quente (Santos; Salomão, 2010). Em bancos de sementes, também são utilizados frascos de vidro, latas de alumínio e recipientes de plástico, além de sacos de papel, dependendo do tipo de coleção. Para espécies animais, a conservação de sêmen e embriões é realizada em palhetas de polipropileno ou resina, ou em macrotubos. E, para a conservação de DNA e tecidos, são utilizados microtubos de até 2 mL (Ramos et al., 2012).

Quais exemplos de germoplasma vegetal, animal e de microrganismo são utilizados na conservação ex situ?
• Vegetal: plantas, sementes, estacas, bulbos, pólen, óvulos, embriões, tecidos e células.
• Animal: embrião, sêmen (espermatodozoide), ovócito, folículo pré-antral, célula somática e espermatogônia.
• Microrganismo: bactérias, vírus, fungos, leveduras, algas unicelulares e protozoários.m Créditso Embrapa.

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