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As técnicas disponíveis são baseadas na desidratação controlada ou na vitrificação das células e tecidos, tendo sido desenvolvidas para minimizar danos por desidratação excessiva (osmóticos) e formação de cristais de gelo pelo congelamento (físicos) e assegurar altas taxas de regeneração após a criopreservação. Para a criopreservação de estruturas vegetativas e reprodutivas vegetais, as técnicas são imersão direta em nitrogênio líquido; vitrificação; encapsulamento vitrificação; vitrificação-encapsulamento-vitrificação; pré-cultivo;
pré-cultivo-vitrificação; gota-vitrificação e lâmina-vitrificação (Reed, 2008; Santos; Salomão, 2010). Em animais, os principais métodos utilizados são a congelação convencional ou lenta e a congelação sem equilíbrio ou vitrificação. Em microrganismos, a criopreservação consiste em manter as células submersas em nitrogênio líquido, com o auxílio de substâncias para proteção celular, como o glicerol, que evitam a formação de cristais de gelo durante o congelamento. Créditos Embrapa.

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