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No caso de plantas, as espécies visadas pertencem aos grupos das espécies cultivadas e das silvestres. A maioria dos trabalhos desse tema geralmente sugere pelo menos quatro categorias de espécies-alvo de coleta (Guarino et al., 1995; Walter; Cavalcanti, 2005b). São elas:
• Variedades ou cultivares melhoradas (isto é, plantas que passaram por melhoramento genético e que, paulatinamente, são substituídas por variedades mais novas ou avançadas).
• Variedades ou cultivares primitivas, ou também chamadas raças locais (i.e. plantas adaptadas às condições ecológicas dos locais onde são cultivadas, cujo cultivo pode ter décadas, séculos ou até milênios).
• Parentes silvestres (i.e. plantas evolutivamente próximas das espécies cultivadas, que compartilham parcialmente seu conjunto – pool – gênico, e que vivem espontaneamente na natureza, sem a interveniência ou com pouca dependência do ser humano).
• Espécies silvestres úteis, ou potencialmente úteis (i.e. plantas encontradas na natureza, que independem do ser humano para sobreviver, e que representam alternativas de cultivo
ou tenham potencial para serem cultivadas ou domesticadas).

No caso de animais são coletadas espécies e raças que possuem potencial produtivo. Entre as espécies domésticas podem-se citar bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos, equinos, asininos,
suínos e aves, enquanto para espécies silvestres estão peixes, abelhas, catetos, entre outros.

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