Consiste na determinação das seguintes características do microrganismo:
• Patogenicidade: visa verificar se um isolado desconhecido é patogênico a uma espécie de planta ou animal ou verificar se um isolado conhecido não perdeu sua capacidade de infectar e causar doenças em seu hospedeiro. Os isolados devem ser inoculados em seu hospedeiro e incubados sob condições que favoreçam a colonização. No caso de fungo antagonista, são feitos testes para determinar se é um hiperparasita, por exemplo.
• Virulência: para os patógenos, diz respeito ao grau dos sintomas ocasionados. Normalmente é medida com o auxílio de escalas diagramáticas específicas. A agressividade diz respeito ao período de tempo que o microrganismo patogênico leva para causar infecção. Virulência e agressividade são respostas do hospedeiro submetido a uma determinada quantidade de inóculo e mostra a capacidade com que o patógeno penetra e supera o sistema de defesa natural do indivíduo. É medida, em geral, pela velocidade com que o patógeno causa a morte do hospedeiro. De forma genérica, o coeficiente angular das curvas de tempo-resposta (inclinação da curva) para diferentes espécies ou isolados, determinado em bioensaios controlados, indica a virulência ou agressividade daquele patógeno. Créditos Embrapa.
22 março, 2026
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