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Entre as bactérias que possuem habilidade de solubilizar fósforo no solo destacam-se os gêneros Pseudomonas, Burkholderia, Bacillus, Achromobacter, Agrobacterium, Micrococcus, Aerobacter, Erwinia, Gluconacetobacter, Serratia, Bradyrhizobium, Salmonella, Sinomonas, Thiobacillus e Flavobacterium. No grupo dos fungos, os gêneros Penicillium, Aspergillus, Mortierella, Rhizopus, Saccharomyces, Schizosaccharomyces, Sclerotium, Torula, Trichoderma e Fusarium compreendem aqueles comumente com maior potencial na solubilização de fosfato. Ao que se conhece, os mecanismos responsáveis pela disponibilização de fósforo inorgânico (Pi) estão ligados à liberação de ácidos orgânicos pelos microrganismos, e os mais citados são os ácidos cítrico, oxálico e glucônico, com consequente redução de pH do solo e produção de exopolissacarídeos. Além da solubilização do P inorgânico, os microrganismos podem mineralizar o fosfato orgânico do solo denominado fosfato inositol (fitato; mioinositol hexafosfato), que é a forma predominante de P orgânico em muitos solos. A mineralização do P retido na molécula orgânica do ácido fítico (C6 H18O24 P6) ocorre mediante a liberação de enzimas fosfatases e fitases. Créditos Embrapa.

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