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Há mais de 40 anos se conhece a eficiência de bactérias do gênero Bacillus no controle de insetos, em culturas como milho e algodão. Atualmente, são conhecidas pelo menos 30 subespécies de B. thuringiensis (Bt) capazes de produzir toxinas, que são proteínas com ação inseticida.
Quando o inseto ingere os esporos contendo os cristais proteicos, ainda durante a fase larval, seu trato digestivo é paralisado pela ação tóxica, e o indivíduo morre em alguns dias não completando seu ciclo de vida. Durante muito tempo, esporos contendo toxinas foram aplicados em ambientes infestados para controle de mosquitos urbanos (subespécie israelensis) com pouco ou nenhum impacto sobre espécies não alvo. Outras subespécies de Bt têm sido intensamente utilizadas na agricultura, em programas de manejo integrado de pragas de diversas culturas. Créditos Ebrapa.

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